Chelsea vira e passa às quartas. A persistência é fundamental no futebol, especialmente quando se trata de reverter um resultado desfavorável. Com base nisso, o Chelsea conseguiu virar o jogo contra o Borussia Dortmund nesta terça-feira (07/03) no Estádio de Stamford Bridge, em Londres.

 

Os anfitriões estavam tensos e permitiram que os resilientes alemães assumissem o controle do jogo. O meio-campo estava lotado e o perigo apareceu rapidamente: aos 16 minutos, Marco Reus cobrou uma falta no centro do campo e testou o goleiro Kepa Arrizabalaga. O espanhol respondeu bem e mandou a bola para escanteio. Houve mais passes errados e faltas durante os momentos intermediários da partida, durante a primeira etapa.

Embora houvesse menos finalizações, a intensidade da partida não diminuiu, como era de se esperar nos 180 minutos totais do confronto. O perigo voltou aos 27 minutos, com um chute de Havertz que tocou a trave e passou pelas costas do goleiro Alexander Meyer. Mateo Kovacic finalizou de longe aos 32 minutos, mostrando as dificuldades em criar uma oportunidade clara de gol na partida.

Cinco minutos depois:

Raheem Sterling recebeu um grande passe, bateu contra o goleiro e, no rebote, Havertz executou uma finalização espetacular. O placar poderia ter sido aberto, não fosse um impedimento na origem da jogada. Em seguida, foi a vez de João Félix parar no goleiro alemão, após um rebote em cobrança de falta. A superioridade no jogo era apenas uma pressão, nem sempre organizada, mas com oportunidades de ferir o adversário. No entanto, a eficácia não estava presente.

A seca de gols foi finalmente quebrada com um gol brutal de Sterling, marcado aos 42 minutos do primeiro tempo em um chute de pênalti, com muitos jogadores do Borussia Dortmund tentando bloquear a bola. Isso trouxe uma nova energia para o Chelsea, exatamente o que a equipe precisava para se recuperar. No início do segundo tempo, a equipe manteve a mesma atitude.

Apenas dois minutos após o reinício, Ben Chilwell cruzou a bola e Marius Wolf acabou desviando com a mão, o que levou o VAR a conceder um pênalti para o Chelsea. No entanto, Havertz chutou a bola contra a trave direita, do seu ponto de vista. A arbitragem mandou repetir a cobrança, alegando invasão na área grande: desta vez, o alemão cobrou no mesmo canto e marcou.

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A virada

Depois de sofrer a virada, o Borussia Dortmund aumentou a pressão e saiu mais para o jogo, algo que não havia feito na série anterior. Aos 13 minutos, quase empatou o jogo novamente, mas Jude Bellingham, que até então havia sido uma estrela apagada dos aurinegros, desperdiçou uma oportunidade clara na grande área, apesar da rígida marcação. A pressão e resistência do Chelsea levou, em apenas 20 minutos, ao cartão amarelo do goleiro Kepa por retardar o reinício da partida.

Com isso, o jogo se concentrou na área dos Blues, que se defendiam com intensidade e em grande número, dificultando qualquer tentativa de ataque por parte do Dortmund. O técnico Edin Terzic tentava encontrar soluções para superar a defesa britânica, mas sem sucesso, enquanto Graham Potter optava por uma abordagem mais cautelosa e eficaz em relação ao gerenciamento da sua equipe em campo.

A exaustão e o cansaço começaram a afetar os jogadores do Dortmund, tornando cada vez mais difícil vê-los no ataque e criar chances claras de gol. Apesar dos contra-ataques perigosos dos mandantes, a partida não foi definida, já que os lances de ataque não encontravam um final feliz.

No entanto, a equipe com mais estrelas no futebol europeu conseguiu se classificar para a próxima fase da Champions League, graças a uma abordagem minuciosa e detalhista, que foi suficiente para garantir a vitória. Aos 43 minutos, Bellingham teve uma última chance de tentar algo para o time alemão, mas acabou cabeceando para fora da meta.

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